quinta-feira, 1 de junho de 2017

Uma semente térrea…

No cume do mundo uma semente térrea,
uma cascata divina, um roseiral em flor.
Beijada p`la brisa com extrema ousadia.
Se encobrem as penas, se esfuma a dor!

Sempre que a fantasia se atreve e baila;
uma criança sorri. Então: onde está a cor
no seu olhar aguado? Choro ou agonia.
Farrapo torturado onde escasseia o amor.

Dia um, ou dia primeiro na compaixão?
Só mais um dia... Pintalgado e diferente!
É este Junho que pernoita sem sol ou pão.

Não… para quê chorar? O corpo dormente
não sente. Não… descura, tresloucado coração…!
Finge: Aquela criança não é triste ou indigente.





Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...