sábado, 27 de maio de 2017

Calmarias estivais…

Saberás o peso da emoção quando sinto
o bater do meu coração, mal te olha.
O silêncio pode ser senhor do recinto.
E a palavra pode ser xaile ou capa.

Este amor a bailar é senhor do meu peito.
É delicado sentir… e até a alma canta.
Em trovas de sol maior… Amor-perfeito!
Ou pedaço do azul do céu que te embala.

Não… não digas nada, as palavras são demais.
Os gestos são a peneira que filtra o meu ser.
És tu vendaval… calmarias estivais…!

De mil balões coloridos é composto o crer.
Sempre que te olho por entre os trigais.
Meu amor: és tu! O que é que hei-de fazer.


Ser poeta é utopia...

Não sei, nem sequer sei a cor dos dias frios!   Se o céu é azul ou cinzento afogueado.    Nada sei de  efémeras  fantasias.  Delírio...