segunda-feira, 25 de julho de 2011

A pergunta

A noite sufoca o grito
Ar pesado
Que relembra saudades
Infinito nos olhares
Em que me perco
Estão baços
Pela ausência
De gestos
Porque me embrenho
No desconhecido
A pergunta
Repentina
Que assola
O meu espírito
Vadio.

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Palavras ao Vento Suão, Antónia Ruivo